Isadora Feira Chagas da Silva
Turma 71
... sente uma mão em seu ombro, olha para e se depara com um policial, Juvenal se assusta, mas logo depois o cumprimenta e segue andando para sua casa. Quando chega em casa percebe que há algo de estranho, caminha até a cozinha e encontra uma bagunça enorme, cadeiras quebradas, pratos empalhados pelo chão, se espanta, mas então percebe que a bagunça continua em direção de seu quarto e segue até ele, quando chega vê a mesma bagunça só que percebe que seu anel de rubi cravejado com diamante havia sumido então se lembra que sua empregada Emily Parksom havia limpado sua casa pela manhã, então corre para o telefone e liga para Emily...mas ninguém atende. Juvenal pega o carro e corre para a casa de Emily, quando chega se depara com o mesmo policial que havia visto na hora em que as luzes se apagaram, Juvenal pergunta o que havia acontecido e onde estava Emily, mas o policial nada reponde, somente aponta para a ambulância e baixa a cabeça, Juvenal pega o carro e vai embora ainda sem saber oque havia acontecido com seu anel e a própria Emily. Chega em casa se deita e dorme. No dia seguinte vai à delegacia e dá parte de que seu anel de rubi cravejado com diamante havia sido roubado, então o delegado pergunta se Juvenal tem alguma suspeita, ele responde que não. Juvenal chega ao trabalho e vê que tem um bilhete em sua mesa, ele abre e lê, no bilhete estava escrito: JUVENAL ME ENCONTRE NA PRAÇA CENTRAL às 16h. Juvenal espera às 16h e vai para a praça, logo que chega avista seu irmão Harry Batista, e conta tudo oque está acontecendo, então Harry sugere que Juvenal contrate um detetive para investigar tudo isso, Juvenal gosta da ideia e convida seu irmão para ir com ele a procura de um detetive. Juvenal encontra um e marca de se encontrar com ele na Praça Centra, na praça se sentam e o detetive se apresenta como Natham Price. E nesse mesmo dia Natham já começa a investigação. Juvenal da o nome da sua rua, (Juliano Azambuja 559). Já faz três dias que o anel de Juvenal sumiu o detetive ainda procura detalhes, digitais. Mesmo que Juvenal tivesse sido roubado ainda tinha que trabalhar, nesse dia quando sai do trabalho desconfia que esta sendo seguido, chega em casa olha para a janela e do outro lado da rua estava o policial que estava em todas as horas em que alguma coisa diferente acontece. Sai correndo na rua e pergunta, qual era o seu nome, o policial responde que seu nome é Bill, Juvenal agradece e vai embora. No dia seguinte Juvenal liga para Natham e diz que acha que tem um suspeito. Na mesma hora chega Harry, Juvenal abre a porta e conta para Harry que acha que já tem um suspeito, o policial Bill, Harry diz que conhece Bill e que não acha que não, Juvenal desconfia como Harry defende Bill, mas não dá bola. Dia 20-08 Natham liga para Juvenal e marca de se encontrarem ás 17h na praça Central. Na praça Natham conta que achou as digitais de Bill Marloke. Dia 25-08 Natham liga para Juvenal e avisa que o tal policial não era policial era um assassino que se disfarçava e que no dia do bilhete Bill tinha a intensão de matar Juvenal, mas seu irmão aparece, Juvenal se assusta, mas logo fica tranquilo pois Bill tinha sido preso até o fim de sua vida. Semanas depois Juvenal descobre que Bill havia fugido da prisão e exatamente dia 01-09 seu anel aparece em cima da mesa da cozinha, antes que Juvenal pudesse avisar Natham e Harry, Bill
kira Peroba
Turma 71
O Assassinato
...ouve um barulho e de repente vai até a cozinha, abre a gaveta pega uma faca e lanterna, e ao sair da cozinha vê uma sombra vinda do seu quarto, então foi até lá e a janela estava aberta, ele olhou fora da janela e não viu ninguém, foi até a caixa de luz e estava desligada, ele a ligou e voltou para a sala e pensou quem havia entrado no seu quarto . No dia seguinte ele ligou para sua esposa para lhe contar o ocorrido, mas ela não atendia, ele tentou mais outra vez, ela atendeu, eles conversaram e depois ela desligou. Ele foi até a cozinha e sentiu a presença de alguém e quando se virou, levou uma facada. Então o assassino saiu arrastando o corpo para o porão. Quando o assassino volta à cozinha escuta alguém tocando a campainha, ele sai pela janela dos fundos. Na porta da casa estava o detetive Jacob, que acha estranho ninguém abrir, então arromba, ele revista todos os cômodos da casa, quando chega ao porão, enxerga Juvenal morto. O detetive Jacob, liga para a perícia e para a polícia. A perícia então leva o corpo de Juvenal. Jacob liga para Anna, a esposa de Juvenal, para lhe explicar o ocorrido, ela fica desesperada e logo vai na polícia querer saber melhor. O resultado da autópsia foi de esfaqueamento, mas a faca não estava na casa, pois o assassino tinha levado, então eles vasculharam a casa novamente e encontraram uma luva perto da janela dos fundos, eles levam a luva para pesquisar as digitais. Passou alguns dias, o teste das digitais foram concluídos, e o teste afirmava que eram do vizinho de Juvenal, Jonas. A polícia foi até a casa de Jonas para prendê-lo, ele falava que não tinha matado o vizinho, mas a polícia não acreditou nele. Passou-se dois meses da morte de Juvenal e da perícia na casa para saber como foi o crime. Então, era o dia do julgamento de Jonas. A perícia contou a polícia com teria acontecido a cena. Todas as testemunhas de Jonas já testemunharam o que aconteceu aquele dia, mas faltou a última testemunha que disse que Jonas estava com ele naquele dia, era inocente. Então Jonas foi condenado a oito anos de prisão, mas a polícia quis investigar a última testemunha, que tinha passagem na polícia por roubo. O homem se chamava Steve. A polícia o liberou não achou nada suspeito, só a mentira que ele contou sobre Jonas estar com ele no dia do crime.
Luiza Klein
Turma 71
que tinha entrada para uma floresta, e então encontrou a garota ajoelhada com as mãos na
cabeça.
- Oh... O que aconteceu? Você está bem? – Perguntou ele preocupado.
A garota ficou quieta por alguns segundos e então respondeu com uma pergunta:
- Você viu?
- Hã? – Pergunta Juvenal confuso.
- Meu nome é Ana e tinha alguma coisa me puxando para a floresta. – Conta ela nervosa.
- Você bateu com a cabeça? Olhe em volta, não tem nada aqui... É só uma rua pouco
habitada... – Explica ele.
- Isso é o que você acha... – Insiste ela.
- Tsc! Bom, vou levá-la a um hospit- Foi interrompido.
- É SERIO! Aconteceu quando as luzes se apagaram... – Diz ela desesperada.
- Falando nisso, parece que é só essa rua que ficou sem energia... – Fala ele olhando para o
centro da cidade.
Ela começa a olhar para a floresta com certo desespero.
- Unnf... Então vamos lá, vou provar como não tem nada aqui.
- TÁ MALUCO?!
De repente as luzes se acendem.
- Lá vou eu. – Diz ele entrando na floresta.
Juvenal segue caminhando floresta adentro dando uma risadinha de deboche, Ana até tenta
pará-lo, mas ele seguia sempre em frente.
- Se eu morrer, eu te mato! – Diz ela brava.
Juvenal riu e então, seguiram andando até avistarem uma casa, uma GRANDE casa.
- ...? O que uma mansão assim está fazendo no meio da floresta? – Pergunta ele.
- Vamos voltar, rápido. – Exige Ana.
Então Juvenal puxou a mão dela até a mansão, abriram a porta e foram dizendo:
- Olá, tem alguém aí?
Havia sete pessoas na sala.
‘’ Será que ela estava dizendo a verdade? Será que foram eles que tentaram puxa-la para cá?’’- Pensou Juvenal.
- Oh! visitas! – dizia um.
- Venham, entrem! Vamos tomar um chá! – Diz o outro.
- Música! Música! – Exclamava outro.
- Vamos dançar! – Dizia uma garota.
- Pegue o vinho! Teremos uma festa! – Avisou um.
- Vamos nos divertir! – Gritaram em sintonia.
- ....?! – Juvenal e Ana fizeram uma expressão de surpresa.
- Não...a gente só estava... – Ela tentou explicar.
- Ora, vamos beber um pouco, vocês estão muito sérios.
Ligaram o som, uma música bem animada. Juvenal sentou-se e começou a beber um pouco de vinho, Ana sentou-se ao lado dele e o cutucou.
- Vamos embora... – Pediu ela.
- Nossa como você é chata, garota! – Provocou ele.
Então ela pegou uma garrafa de vinho e começou a beber.
[ .... ]
Juvenal acorda em um quarto com uma tremenda dor de cabeça ‘’ onde estou? ‘’ se perguntava. Olhou ao seu redor procurando a garota, reparou que ainda era noite, levantou-se e desceu uns degraus, encontrando um quarto com sete caixões abertos e vazios.
- Meu deus, o que é isso? – Perguntava-se preocupado.
- Ora, Ora, mais essa... – Dizia uma garota.
- Então você descobriu. – Diz o outro.
- Oh! Agora que iria ficar divertido... – Reclama um.
Juvenal começou a correr em direção a outra porta.
- Aonde você vai? – Perguntou um.
- Quer saber o que está acontecendo? – Perguntou outro.
- Basta olhar para o relógio. – Explicaram.
Juvenal reparou que o relógio estava parado ‘’ o tempo também havia parado? ’’ - Pensou.
- Cadê a Ana? – Perguntou.
- A garota? Ah! Ela fugiu. – Respondeu um.
Então eles escutaram a campainha tocar.
- Oh! Mais visitas! Vão! Vão! Vão se divertir! – Exclamava a garota.
Então amarraram Juvenal e voltaram para a sala.
[ .... ]
Juvenal acorda em uma cama de hospital, ao seu redor estava Ana e um garoto.
- Viu seu idiota?! – Gritava Ana.
- O que aconteceu? – Perguntou Juvenal confuso.
- Você quase morreu. – Explicou o garoto.
- Se eu não tivesse encontrado ele e um garoto perto da floresta você estaria morto agora. – Falou a garota.
- Outro garoto? – Perguntou Juvenal.
- Ele estava com uma arma... – Disse o garoto.
- E as outras pessoas que chegaram à mansão?– Perguntou ele.
- Você não percebeu? Éramos nós. E aliás você está famoso agora, saiu até no jornal. – Disse o garoto. - Uns dizem que viram tudo e que você foi vítima de rebeldes, outros dizem que você se perdeu na floresta, já outros dizem que você é um retardado total..
- O quê? TINHA MORTOS VIVOS NA CASA! – Grita Juvenal.
- Eu sei, eu vi e irei investigar melhor o acontecido. – Respondeu o garoto. – Mas quem vai acreditar?
- Ninguém. – Disse Ana. – Você Juvenal, acreditou no que eu lhe disse?
Turma 71


